sábado, 26 de setembro de 2026

Pelo direito ao lar em Madrid, no Brasil, em todos os lugares: o caso Maricarmen


Assistir os vídeos que registram o momento que Maricarmen, uma mulher de 87 anos, foi retirada da sua casa pela polícia madrilenha remeteu-me às atrocidades das reintegrações de posse no Brasil. 

Quando a vida deixa de importar,

quando o bem é patrimonial.

Assistir ao vídeo que mostra o depoimento de Maricarmen sendo retirada da própria casa me comoveu imensamente.

Tragédia anunciada, que extrapola todos os limites da moralidade, permitindo desalojar uma idosa da casa onde viveu durante sete décadas, onde passou a juventude e envelheceu.

Um oportunismo capitalista que visa meramente o lucro, validado pelas leis locais.


Maricarmen não está sozinha, mas está sozinha

O despejo da idosa também comoveu parte da população, principalmente os jovens, que foram protestar e prestar apoio a Maricarmen, na frente da antiga casa e nas ruas.

Uma escritora se propôs a pagar parte do aluguel para a idosa, que foi acolhida por parentes, pelo menos temporariamente.

O presidente da Espanha manifestou pesar, justificando tratar-se de outra esfera de poder, mas que também sentia muito. 

Maricarmen é conhecida da população, uma mulher que virou símbolo de resistência, mas que, apesar da luta legal, sucumbiu à burocracia e ao lucro desmedido.

Os empreendimentos imobiliários, que crescem de forma geométrica em todo o mundo, com condomínios verticalizados cada vez mais altos, devastam a história arquitetônica das cidades, levantam muros cada dia mais altos e descartam vidas humanas.

Curiosamente, um fenômeno pós pandêmico que garante metros quadrados demais para poucos em detrimento da maioria da sociedade.

Maricarmen pagava aluguel, mas este foi sendo majorado de tal maneira que tornou-se impraticável. Isso, porque ela vivia numa região de Madrid considerada nobre, ou que tornou-se uma região de "privilegiados" pela especulação, aumentando o drama do defict imobiliário.


Moradia digna é um direito humano, mas para quem, mesmo?

Na Europa, no Brasil, em todo o mundo, os idosos são as primeiras vítimas:

muitos são enganados por parentes,

muitos são descartados pelo Estado.

Suas casas são tomadas, ou por familiares ou pelo poder público ou pelas incorporadoras ou por aqueles que podem mais, econômica ou politicamente.

Afinal, o custo da vida humana não é medido pela sua importância, o seu valor não acompanha o mercado.

Viver dignamente na aposentadoria, ou benefícios sociais, devido à perda de poder aquisitivo, perda de emprego ou mesmo pela exploração patrimonial é um desafio para incontáveis idosos.

E não são apenas pessoas que viveram em vulnerabilidade, mas que foram levadas pelas regras do capital.

Maricarmen, do leito do hospital, nos convoca à lutar por direitos:




                         
               Minha casa era minha vida                                   aprendam a lutar pela sua 


                         

          
Que mulher admirável!



Maricarmen eu sinto muito.








sábado, 12 de setembro de 2026

Dia 13 é dia de diálogo, de luta, de lula


Se a realidade está dura de viver temos de encontrar algo que nos motive,

algo urgente, que não pode esperar.

Uma razão que nos instigue a encontrar motivos para acreditar.

Argumentos que corroborem para minimizar riscos e potencializar chances.

Afinal, amanhã é domingo, dia 13:

dia de mobilização política para reeleger o presidente Lula pela quarta vez.


O Brasil é a bola da vez

Faltam três semanas para as eleições,

e o cenário político brasileiro causa apreensão.

Eu não tenho dúvidas de que, nacionalmente, o povo unido não será vencido.

Mas, 

a realidade não está para amadores.

Não podemos titubear.

Por isso, convido à reflexão:

A nossa soberania está ameaçada,

as nossas instituições estão fragilizadas.

E, se as notícias mais confundem do que esclarecem,

o diálogo tornou-se um exercício para os resilientes.

Os perigos são reais, 

e mais uma vez o país está dividido em feudos.

Tornando a população refém da ganância de poucos, 

da ignorância de muitos.


Domingo não é dia de descanso 


Na presidência, temos um homem que sobreviveu  à fragilidades da história vivida e à injustiça e arrogância dos poderosos.

Alguém que provou  que é preciso perseverar.

Lula nos ensina que mais do que nunca precisamos nos manter firmes e fortes.

resistentes e unidos pela  manutenção da nossa democracia.

Corremos riscos.

O colonizador está à espreita,

Os coniventes esperam para dar o bote, abocanhando a parte que eles acham que lhes cabe neste latifúndio chamado Brasil.

Entre os consciência e coniventes, teremos três semanas para buscarmos a unidade, nos fortalecermos.

Para garantir que o Brasil continue sendo um país de direitos.

Um país independente.

Então, se puder vá as ruas, vista a sua camiseta ou broche, pegue a sua bandeira.

Se não puder, manifeste-se virtualmente.

Aproveite o domingo e converse com os amigos,

dialogue com os divergentes

Na feira, na missa, no culto, nas filas, em casa.

Cada voto conta.

E o povo brasileiro brasileiro, verdadeiramente,  agradecerá.




quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Votarei no Lula outra vez...

Ilustrações: web

O roteiro, nas vésperas das eleições, segue o mesmo:

denúncias para todos os lados,

versões tendenciosas,

notícias sem a devida apuração,

mídias digitais como fórum de debates,

guerra de narrativas,

algoritmos determinando as bolhas,

eleitor desinformado,

eleitor engajado.


Voto em Lula pela soberania do Brasil

As efemérides anunciam que também estamos às véspera de celebrar o Sete de Setembro, mais um motivo para refletirmos:

Comemorar a Independência do Brasil sem lutar pela manutenção desta?

Convido à reflexão:

Como anda a nossa soberania frente às ameaças de líderes nem tão democráticos assim, como os mandachuvas dos Estados Unidos e de Israel, que estão de olho gordo no Brasil, esticando os seus braços e mirando suas armas em forma e boicotes e ameaças (por enquanto)? 

Sondando e bebendo na fonte de algozes herdeiros que só fazem conspirar em benefício próprio?

O noticiário da mídia hegemônica finge se indignar e lança verdades distorcidas, potencializando fatos, desvelando os próprios interesses em editoriais.

O eleitor se perde num labirinto ideológico.

Como votará o brasileiro?

Pelas políticas públicas ou pela tal segurança pública?

Pela manutenção da nossa independência?




Lula 4

O meu voto não é secreto,

o meu voto é ideológico,

meu voto é consciente.

o meu voto é escancaradamente declarado na esperança de um presente com autonomia.

Pela quarta vez meu voto é por Lula presidente.

Confesso que já perdi a conta de quantas vezes votei em Luiz Inácio Lula da Silva, mas nunca me arrependi.

Voto em Lula por seu mulher, mãe e avó,

Voto em Lula por ser trabalhadora, jornalista, pesquisadora acadêmica,

Voto em Lula por ser brasileira e pelo povo brasileiro.

Voto em Lula porque sonho com um Brasil 

 Voto em Lula por um Brasil equânime.


Voto em Lula em boa companhia



Mas Lula não estará sozinho na urna eleitoral.

Vou escolher e confirmar meu voto em mulheres, como está na moda dizer: grandonas!

Mulheres corajosas, defensoras de direitos públicos e privados, mulheres que soltam as suas vozes denunciando a misoginia, o machismo, o paternalismo, o racismo, o colonialismo, a exclusão social e pretendem defender e alargar os direitos.

Mulheres que ocupam espaços de poder para desmascarar a corrupção;

Mulheres que soltam as suas vozes para denunciar e enfrentam as mentiras dos poderosos;

Mulheres que não se intimidam e me representam.

O Estado brasileiro somos todas, todes, todos nós que lutam pela democracia enquanto a realidade não permitir um regime melhor...

Meu voto em Lula é pelos brasileiros, até mesmo àqueles que não sabem - ou não querem, ou não acreditam - na liberdade e nos Direitos Humanos,

 Voto sobretudo por você, que ainda defende algozes e acredita em bolsonarices.

Votarei no Lula outra vez, e sempre que preciso for.


sábado, 15 de agosto de 2026

O alarme soou: salve-se quem puder...


Eu não consigo mensurar/ imaginar o que seja um terremoto.

O caos de, literalmente, testemunhar a casa, parte do seu mundo cair...

A dor de não conseguir salvar.

o sofrimento de não ter para onde voltar.

Exatamente o que está acontecendo na Colômbia, Venezuela, Indonesia,

sem falar nos "terremotos" promovidos pelos algozes:

#FreePalestine  #FreeCongo  #FreeLibano  #FreeSudão  #FreeCuba

 Os imperialistas:

#StopIsrael  #StopEUA

E os colonizadores digitais.


Rio alerta máximo

Era sexta-feira, 7 de agosto, 12h35m:

Na pausa do trabalho acadêmico, um apito inclemente:

todos os celulares tocaram alarmes ao mesmo tempo, interrompendo a prosa no restaurante universitário.

Curioso como somos pegos de surprersa, 

num primeiro momento uns olham para o outro,

um segundo depois pegamos os celulares, 

novamente olhamos uns para os outros:

Eu agora?

Na cidade maravilhosa estávamos literalmente em meio à floresta, num espaço "invadido" da #MataAtlântica.

Não foi a primeira vez, pois os alertas já eram disparados desde o início da semana, anunciando os riscos dos ventos fortes.

Na madrugada eu já tinha sido acordada pelo barulho da ventania...

Mas,

pela primeira primeira vez o alarme sonoro soou.

Decidimos manter os trabalhos, permanecer na universidade, já que consideramos mais seguro nos abrigar ali do que correr o risco de enfrentar o trânsito e os caminhos desconhecidos até as nossas moradas provisórias.

A ventania passou e no final da tarde o Rio continuava lindo!


Indefesos somos nós

Nesse ínterim, os trabalhadores e alunos foram dispensados,

SQN.

Nem todas, todes, todeo.

A base da pirâmide continuava a espera de bater o ponto.

Alguns funcionários "estratégicos" continuaram a postos:

A equipe da limpeza, controladoria de acesso e manutenção

Na brigada universitária um cidadão solitário.

Procurei as autoridades para  negociar, não encontrei ninguém.

Os cipeiros? Nada.

Não consegui falar com Deus.

Solidarizei-me, não consegui intervir.


Defesa civil 

Não paro de refletir, desde então:

para que serve o soar do alarme?

Somos expostos numa emboscada: 

"se correr o bicho pega, se ficar o bicho come".

Anunciar o desastre sem tomar medidas reais não alivia a consciência.

Fiquei imaginando e depois constatei:

com as mães e pais retidos em seus postos de trabalho quem cuida das crianças dispensadas das escolas?

Numa cidade de comunidades, de acessos dificultados, de transporte precário, os trabalhadores que tiveram a oportunidade da dispensa chegariam nas suas casas em caso de catástrofe de fato?

Não estamos preparados para as emergências que agora são anunciadas nos nossos celulares, em tempo real.

Parem o mundo que eu quero descer/?

Não, eu insistirei até rearranjarmos a rota planetária.

A crise climática também é humanitária.


Enquanto isso, Drummond permanece "duro" no posto 6



O poeta que eternizado em estátua na orla da  praia de Copacabana...

E agora, José?

Salve-se quem puder.






segunda-feira, 27 de julho de 2026

O reinado dos indecentes

 

Arte: @MiguelPaiva  

Onde fica a Pasárgada?

Ajude-me poeta, porque a vida aqui no Sul Global não está nada fácil.

Os reis do norte estão nús, e tentando bagunçar o nosso coreto, ops a nossa democracia.

Tem uma família que convive com o rei na barriga, tal lombriga que só faz o ego crescer...

Eles se cercam dos nada bons, tentando fazer do mundo o seu clubinho (lucrativo) particular.


Os algozes se protegem

e como fazem barulho!

O rei do topete, o nosso colonizador mundial lá dos estates, apoia um dos filhos;

o novo Herodes, o genocida, da terra nada santa, se diz amigo do príncipe;

imagem: web

aquele moleque que fala castelhano, e se acha síndico da América Latina.

Polos negativos que se atraem em prol da miséria humana.


Eeições no Brasil

Todos contra o presidente Lula, as instituições brasileiras.

Cada dia um novo ataque à soberania da terra brasilis.

Aquela família, cujo patriarca virou avatar dele mesmo, se esbalda na rodinha dos indecentes,

E a mídia hegemo (nizadora) espelha nas manchetes

agregando o povo desatento, reacionário, explorador, imoral e reacionário.


A velha luta entre o bem e o mal

Vivemos em guerra, literal e figurativamente.

Há muito nesta batalha entre direitos e retrocessos, entre bom-senso e insanidade, entre vida e morte.

Cada um de nós tem de escolher um lado.

cada um de nós, do segmento progressista, tem a obrigação de se posicionar.






Eu convido à reflexão:

O que motiva você, leitor?

Como você se sente perante à esse cenário?


Arte: @Chantal.Vizcaino (Instagram)




sábado, 25 de julho de 2026

Quando a hora da mamada materna chega com o sal das lágrimas

Imagen: web

A cada duas horas o seio incha lembrando o filho que já morreu...

Neste intervalo, a dor aumenta de intensidade e o doce do leite amarga a vida.

Como interromper o fluxo da maternidade?

Como o organismo materno supera a ausência?

Como não esquecer ou lembrar o bebê morto?


Vidas de crianças não importam


O colapso de um governo que mata ainda na primeira infância

A #prefeituradesãopaulo, assim como o #governodoestadodesãopaulo optaram pelas privatizações como modelo de gestão. 

As pessoas que direta e indiretamente dependem dos serviços públicos paulistas estão órfãos de prefeito e governador, que fazem política ao invés de governar para o povo.

No dia 22 de julho, um bebê de apenas 1 ano e 4 meses, cidadão brasileiro, filho de migrantes senegaleses, foi vítima da precarização pela terceirização dos serviços;

sem monitoramento, o pequeno Abdoulaye Dieng morreu no Centro de Educação Infantil Luz do Brás, na região central da capital paulista.

O pai deixou uma criança saudável pela manhã e poucas horas depois recebeu um corpo inerte.


Descaso institucionalizado

Ah, foi tragédia...

Não.

Foi homicídio culposo.

Resultado do descaso, da incompetência, da falta de treinamento, da ausência de consciência.

A gravidade é ainda maior pela ausência do poder público com a família: nenhum apoio, nenhuma palavra, nenhuma reparação.

Nesses momentos de dor, o conforto veio da diáspora, que não apenas acolheu os pais como se mobilizou para consegui os recursos financeiros urgentes.


Morreu na escola

Uma creche onde crianças na primeira idade deveriam ser cuidadas, sendo mantidas sob monitoramento., os funcionários deixaram um grupo de bebês sozinhos num ambiente fechado. 

Uma grade de ferro que suportava um espelho foi a armadilha. 

O pequeno estudante prendeu a cabecinha entre barra e, durante longos seis a sete minutos tentou se soltar e não conseguiu, pois era muito pequeno para isso...

Não tinha nenhum adulto por perto. 

Quando perceberam o "acidente", ninguém teve a iniciativa ou a competência de buscar socorro, que não chegou.

O bebê não conseguiu respirar, sufocou, chegou sem vida no hospital.

O pai foi chamado: o seu filho morreu.


Pega, bate e mata

Enquanto isso, há cerca de 150 km de São Paulo, na cidade de #Cerquilho , no interior do Estado, uma cidade bonita e tranquila, uma jovem mãe recebe a visita de policiais à sua porta. 

Foi aí que o horror se revelou:

A filha, de apenas sete meses e ainda em período de adaptação, estava sendo espancada dentro da creche municipal havia dias. 

Ninguém relatou nada, a diretora se omitiu e  a mãe  foi levada na delegacia para confirmar se aquela criança, martirizada nas imagens das gravações, era a sua bebê.

Maus tratos e descaso, num crime que soma em violência e omissão.

Ah, mas a funcionária foi afastada...

Dias depois ela foi encontrada morta.

A polícia investiga.


São Paulo dos meus horrores

Infelizmente, a minha cidade mais querida tem, com os governos #TarcíciodeFreitas e #RicardoNunes , se transformado numa cidade sem lei. Ou melhor, as leis beneficiam poucos.

O povo carece de tudo: serviços sucateados, patrimônio público sucateado e a desinformação proposital e ideológica confunde a população.

Neste sábado, 25, o governador homenageia outro algoz, que manda a política bater em aposentados...

Algo me lembra  George Floyd que ao longo de nove minutos foi sufocado até a morte, mesmo reclamando que não conseguia respirar...


Moral da história

Não há.


A sociedade se mobiliza:

Acesse:


Solidariedade/ reparação/ investigação


segunda-feira, 20 de julho de 2026

Pelé disse LOVE, mas o mundo se esqueceu

 
Teve quem gostou do show do intervalo realizado no final da #CopadoMundodefutebol. Eu não.

Os Ronaldos "pilotando" para Madona. Teve quem achou lindo. Eu não.

Duro seria não me emocionar com a imagem do rei do futebol, #Pelé , mas foi tão rápido...



Imagem: reprodução web


Imagino quem não conheça a história do craque nos Estados Unidos, no #Cosmos ...

O começo, do começo, do começo do soccer para americano ver. 


Pelé disse love, love love


#CaetanoVeloso imortalizou esta frase histórica em canção.  Mas, o mundo não aprendeu.

Em outra ocasião, Pelé também pediu para cuidarmos das criancinhas. O mundo não ouviu.


Imagem: reprodução tv]


Por mais que tenha uma relação causal entre o mundo do futebol e o Brasil, o espetáculo promovido pela Fifa para agradar #Trump foi, na minha opinião, constrangedor.

O mundial segregacionista, onde atletas foram impedidos de jogar, juiz de apitar e torcedores de entrar ou pernoitar ou torcer  nos #EUA,  

Onde a cor da pele, a etnia, a religião, a geografia foram determinantes para para a exclusão de direitos dentro e fora do campo mostraram o show de horrores que não convém ao esporte.


Torcida contra

Os debates ideológicos pautaram o mundial, que se pautou nas demonstrações de poder e troca de fatores. 

Em muitos momentos foi difícil torcer

e torcer contra moveu a galera que não cala, mas se posiciona e denuncia.

O rei, não o da Espanha, mas da América do Norte, quis aparecer mais do que os campeões. Afinal, ele pretende ser o dono do mundo, não é mesmo?


"Nunca houve nada parecido"

Assim falou Donald Trump.

Aff.

Sim, nunca foi tão feito, tão manipulado.

O gigante que engoliu os demais países sedes e fez questão de mostrar que era o dono da bola. Com o aval da FIFA.

Posou com a taça e quase estragou a foto oficial dos campeões do mundo.


As lições que ficam de Copa de 2026

O futebol virou tema geopolítico.

O futebol não respeita os Direitos Humanos.

O futebol virou lucro.

Futebol gera poder.


As lições que precisavam reaprender

O futebol é o esporte mais popular do mundo.

O futebol não deveria ter divisas.

O futebol é migrante.

Futebol é tradição.


FOto: reprodução web

Futebol deveria ser:

LOVE,

como Pelé pediu.

Pelo direito ao lar em Madrid, no Brasil, em todos os lugares: o caso Maricarmen

Assistir os vídeos que registram o momento que Maricarmen, uma mulher de 87 anos, foi retirada da sua casa pela polícia madrilenha remeteu-m...