![]() |
| Arte: @MiguelPaiva |
Onde fica a Pasárgada?
Ajude-me poeta, porque a vida aqui no Sul Global não está nada fácil.
Os reis do norte estão nús, e tentando bagunçar o nosso coreto, ops a nossa democracia.
Tem uma família que convive com o rei na barriga, tal lombriga que só faz o ego crescer...
Eles se cercam dos nada bons, tentando fazer do mundo o seu clubinho (lucrativo) particular.
Os algozes se protegem
e como fazem barulho!
O rei do topete, o nosso colonizador mundial lá dos estates, apoia um dos filhos;
o novo Herodes, o genocida, da terra nada santa, se diz amigo do príncipe;
![]() |
| imagem: web |
aquele moleque que fala castelhano, e se acha síndico da América Latina.
Polos negativos que se atraem em prol da miséria humana.
Eeições no Brasil
Todos contra o presidente Lula, as instituições brasileiras.
Cada dia um novo ataque à soberania da terra brasilis.
Aquela família, cujo patriarca virou avatar dele mesmo, se esbalda na rodinha dos indecentes,
E a mídia hegemo (nizadora) espelha nas manchetes
agregando o povo desatento, reacionário, explorador, imoral e reacionário.
A velha luta entre o bem e o mal
Vivemos em guerra, literal e figurativamente.
Há muito nesta batalha entre direitos e retrocessos, entre bom-senso e insanidade, entre vida e morte.
Cada um de nós tem de escolher um lado.
cada um de nós, do segmento progressista, tem a obrigação de se posicionar.
Eu convido à reflexão:
O que motiva você, leitor?
Como você se sente perante à esse cenário?
![]() |
| Arte: @Chantal.Vizcaino (Instagram) |




Duas amigas*
ResponderExcluirFagueiras e falantes
Discretas nem tanto
Braços abraçados
Seguem na mesma estrada
Percursos próprios
Características únicas
Lançam aos transeuntes
Suas palavras incontestes
Gravadas em pedras
Gravadas em barro cozidos
Gravadas em madeira
Tudo para não perderem
E fixarem suas amizades
A um sibilar qualquer
Murmúrios difusos
Distraídas reclamam
Como cai suave a chuva
Cai também as armadilhas
Gravadas palavras incontestes
Alertam
Duas amigas inseparáveis
Alertas ficam
Permanecem
Entrelaçadas
De braços abraçadas
Suspiram pelo abandono
Que os incautos falantes
Movidos nas tramas
Urdidas na negação
Da verdade
Porque esta é exigente
Na conduta da palavra
Na conduta da ação
Duas amigas inseparáveis
Seguem tristonhas
Diante dos tropeços
Dos desalinhos causados
Às vezes destruidores
Da harmonia princípio
Basilar da verdade
Duas amigas reveladas
Nas pedras
No barro
Na madeira
Duas amigas de braços
Entrelaçados seguem
No diálogo surgido
No roteiro da estradas
Abraçadas
Unidas permanecem
Ética com suas vestes
Discretas e sintéticas
Tal qual sua amiga
Moral com sua roupagem
Mais vistosa acusatória
*Evandro de Paula*
primorosa a sua poesia, Evandro.
ExcluirAfogados nas burras cheias de tesouros escusos e títulos arranjados as duas amigas, Moral e Ética, choram choros incontroláveis. Envergonhadas, se retiram do cenário deste século XXI.
ResponderExcluirA escuridão será dispersas quando a verdade o sol alumiar novamente.
Moral e ética. Resta a vergonha... Cadê a luz?
Excluir