segunda-feira, 27 de julho de 2026

O reinado dos indecentes

 

Arte: @MiguelPaiva  

Onde fica a Pasárgada?

Ajude-me poeta, porque a vida aqui no Sul Global não está nada fácil.

Os reis do norte estão nús, e tentando bagunçar o nosso coreto, ops a nossa democracia.

Tem uma família que convive com o rei na barriga, tal lombriga que só faz o ego crescer...

Eles se cercam dos nada bons, tentando fazer do mundo o seu clubinho (lucrativo) particular.


Os algozes se protegem

e como fazem barulho!

O rei do topete, o nosso colonizador mundial lá dos estates, apoia um dos filhos;

o novo Herodes, o genocida, da terra nada santa, se diz amigo do príncipe;

imagem: web

aquele moleque que fala castelhano, e se acha síndico da América Latina.

Polos negativos que se atraem em prol da miséria humana.


Eeições no Brasil

Todos contra o presidente Lula, as instituições brasileiras.

Cada dia um novo ataque à soberania da terra brasilis.

Aquela família, cujo patriarca virou avatar dele mesmo, se esbalda na rodinha dos indecentes,

E a mídia hegemo (nizadora) espelha nas manchetes

agregando o povo desatento, reacionário, explorador, imoral e reacionário.


A velha luta entre o bem e o mal

Vivemos em guerra, literal e figurativamente.

Há muito nesta batalha entre direitos e retrocessos, entre bom-senso e insanidade, entre vida e morte.

Cada um de nós tem de escolher um lado.

cada um de nós, do segmento progressista, tem a obrigação de se posicionar.






Eu convido à reflexão:

O que motiva você, leitor?

Como você se sente perante à esse cenário?


Arte: @Chantal.Vizcaino (Instagram)




4 comentários:

  1. Duas amigas*
    Fagueiras e falantes
    Discretas nem tanto
    Braços abraçados
    Seguem na mesma estrada
    Percursos próprios
    Características únicas
    Lançam aos transeuntes
    Suas palavras incontestes
    Gravadas em pedras
    Gravadas em barro cozidos
    Gravadas em madeira
    Tudo para não perderem
    E fixarem suas amizades

    A um sibilar qualquer
    Murmúrios difusos
    Distraídas reclamam
    Como cai suave a chuva
    Cai também as armadilhas
    Gravadas palavras incontestes
    Alertam

    Duas amigas inseparáveis
    Alertas ficam
    Permanecem
    Entrelaçadas
    De braços abraçadas
    Suspiram pelo abandono
    Que os incautos falantes
    Movidos nas tramas
    Urdidas na negação
    Da verdade
    Porque esta é exigente
    Na conduta da palavra
    Na conduta da ação

    Duas amigas inseparáveis
    Seguem tristonhas
    Diante dos tropeços
    Dos desalinhos causados
    Às vezes destruidores
    Da harmonia princípio
    Basilar da verdade

    Duas amigas reveladas
    Nas pedras
    No barro
    Na madeira
    Duas amigas de braços
    Entrelaçados seguem

    No diálogo surgido
    No roteiro da estradas
    Abraçadas
    Unidas permanecem
    Ética com suas vestes
    Discretas e sintéticas
    Tal qual sua amiga
    Moral com sua roupagem
    Mais vistosa acusatória
    *Evandro de Paula*

    ResponderExcluir
  2. Afogados nas burras cheias de tesouros escusos e títulos arranjados as duas amigas, Moral e Ética, choram choros incontroláveis. Envergonhadas, se retiram do cenário deste século XXI.
    A escuridão será dispersas quando a verdade o sol alumiar novamente.

    ResponderExcluir

Votarei no Lula outra vez...

Ilustrações: web O roteiro, nas vésperas das eleições, segue o mesmo: denúncias para todos os lados, versões tendenciosas, notícias sem a de...